terça-feira, 31 de julho de 2012

Crónicas 10 minutos - Tecnologicamente falando

Imagem retirada AQUI


Tweet “bombástico” quase termina em multa


Conto-vos hoje uma história que pode parecer insólita, mas que aconteceu mesmo! Leiam abaixo e tenham cuidado com o que partilham na famosa rede social Twitter. 

No dia 6 de janeiro de 2010, Paul Chambers, na altura com 28 anos e residente em South Yorkshire, no Reino Unido, partilhou uma mensagem no conhecido Twitter. No meio de quase 200 milhões de ‘tweets’ diários, aquele conseguiu ganhar infinita visibilidade. 

Num momento de imensa frustração pelo fato do aeroporto de Robin Hood ter sido encerrado devido ao forte nevão que se tinha abatido, Chambers publicou o seguinte (mensagem original em inglês e sem censura): “Crap! Robin Hood airport is closed. You've got a week and a bit to get your shit together, otherwise I'm blowing the airport sky high!!” – Em Português, a tradução seria algo como: “Me**a! O aeroporto de Robin Hood está fechado. Vocês têm uma semana e pouco para porem isto a funcionar ou mando o aeroporto pelos ares!!”. 

O passageiro que desejava viajar mal sabia o que o esperava. Uma semana depois, um coordenador desse mesmo aeroporto detetou, por simples acaso, essa mensagem, enquanto fazia uma pesquisa no seu trabalho. Embora achasse que não se tratava de uma ameaça, decidiu, mesmo assim, contactar a polícia. Paul Chambers foi preso pela unidade antiterrorista no seu próprio emprego, a sua casa foi revistada, e os seus telemóveis e portáteis, apreendidos. 

Em maio de 2010, foi considerado culpado por “enviar uma mensagem eletrónica pública que é considerada ofensiva, indecente, obscena ou ameaçante que vai contra a Communications Act 2003” (lei que regula as Comunicações no Reino Unido). O veredicto decretou que seria multado em 385 libras e mais outras 600 para pagar os custos. 

Seguiu-se uma batalha judicial que não foi fácil e uma consequente onda de apoio via Twitter e não só. Também se verificou uma série de apelos aos Tribunais. O primeiro deles, em Novembro de 2010, foi perdido pois o Juiz admitiu que a comunicação era “claramente ameaçadora” e que o staff do aeroporto agiu bem. 

Em fevereiro de 2012, foi a vez de um apelo ao Tribunal Superior inglês, cujo resultado foi o mesmo. 

Entretanto a onda de apoio e protesto aumentava com imensas publicações na rede social a considerarem a decisão “injusta”, mas também com personalidades a darem ‘a cara’. Por exemplo, os comediantes Stephen Fry e Al Murray participaram nas audiências a favor de Paul Chambers. 

Finalmente, num segundo apelo ao Tribunal Superior, no passado dia 27 de julho, Chambers foi absolvido e considerado inocente. Segundo a decisão, “numa análise mais objetiva, concluiu-se que o seu ‘tweet’ não constituía nem tinha nenhuma mensagem de carácter ameaçador”. Chambers, à saída do tribunal e visivelmente mais aliviado, agradeceu todo o apoio que recebeu (podem ver o vídeo abaixo). Ele, que sempre disse que pensou que ninguém iria levar aquela “piada estúpida” a sério, perdeu dois empregos no processo, mas acabou por sair com o seu nome ‘limpo’. No total, o julgamento arrastou-se por dois anos e meio e tornou-se no famoso ‘Twitter Joke Trial’. Será que vai dar origem a um filme de Hollywood? 

Numa luta judicial em que se pode colocar o senso comum versus a segurança, quem deve ganhar? Partilhem a vossa opinião sobre se a liberdade de expressão deve estar, ou não, acima das medidas antiterroristas?

Sugestão de video:


Tal como a tecnologia, inove, melhore, evolva! 
João Oliveira 

P.S. Esta crónica estará em destaque aqui blogue para dar oportunidade de todos os visitantes de darem a sua opinião sobre a mesma. A sua opinião é importante, PARTICIPE! 

MEIO CRESCENTE - Ideias em movimento!

terça-feira, 24 de julho de 2012

domingo, 22 de julho de 2012

MEIO CRESCENTE - Até já!


(imagem retirada da internet)


Durante os próximos dias blogue vai ser sujeito a algumas alterações, fiquem atentos.


Cumprimentos 
Albertina Gouveia

Crónica 10 minutos - "Amante da sociedade"

Imagem retirada AQUI



Os Furtos aumentam, 
mas os bolsos continuam rotos! 

Na iminência da falta de recursos monetários, todos pensamos em livrarmo-nos de dívidas e continuar a viver confortavelmente. Não se pode descurar que Portugal desde a sua entrada na União Europeia tenta viver uma moda societária da qual nunca deveria ter imitado, porém os media instalaram durante as últimas décadas um novo mundo eletrónico, uma nova visão de cultura supérflua que acabou por invadir os nossos lares e as instituições, tais como a do sistema educativo, pois atualmente uma criança não pode frequentar o ensino público apenas com um par de jeans e com uma mochila, mas terá de elaborar em casa trabalhos organizados em apresentação no word, logo, requer desde cedo um computador, entre outras exigências, pressupondo que todos os pais sejam monetariamente eficientes…e a partir daqui tudo renasce nesta nova visão social exigindo o que é construtivo para a evolução humana e igualmente para a evolução da superficialidade monetária e mental. 

A constante ostentação para imitar os ídolos com as suas viagens, vestuários e acessórios de qualquer área, como a da música, politica, a desportiva, a da representação, entre tantos outros…despoletaram para este ciclo económico, a que chamo de “ Equidade Nula”, uma catástrofe na realidade portuguesa! É interessante como agora se nota claramente quem são os verdadeiros ricos e quantos ociosos sorridentes caminham pelas ruas! Quanto á pobreza…está á vista de todos! 

Uma vez que o Estado já não consegue acarretar com o mínimo de sobrevivência dos desempregados e seus agregados familiares, acrescentando que quem tem trabalho também não recebe o ordenado ou o recebe parcelarmente…de uma coisa tenho a certeza, precisamos urgentemente de dinheiro…de remunerações refletindo o nosso desempenho e conhecimento! 

Os furtos em Portugal eram de 7.5% no final de 2011, aumentando gradualmente, segundo o Barómetro Global do Furto no Retalho, estes cerca de 8% em 2012 convertem-se em milhões de euros perdidos das diversas empresas …e meus amigos, não vos falo do dinheiro que o estado nos tira…não! Que disparate, este não é contabilizado! 

No entanto, resta esconder o pouco ouro e prata num sítio que não nos recordaremos, afim de nenhum de nós cair na asneira de confessar ao ladrão no momento do assalto! Portas e janelas bem fechadas! E trocam as fechaduras! As alfaces, cebolas, batatas e milho devem ser vigiadas por todos os membros da família e vizinhança mais próxima, efetuando turnos! Interrogo-me se os nossos governantes igualmente pensam nessas estratégias que serão precípuos á sobrevivência neste nova década! 

...

E estava eu caminhando a um ritmo quase acelerado, a inspirar e expirar de lábios secos e com a testa a ferver do sol que me queimava, já contara um quilómetro, enquanto rezava para terminar o exercício, quando subitamente fui saudada pelo Dr. Vago, este homem que até suado cheira a uma fantástica fragância de lima, caviar e hortelã – Que sorte tem a Leda! - cogitava no meu mais absoluto silêncio enquanto sorria e acelerava o passo para o acompanhar. 

Vago está de férias, acabou de regressar da Hungria onde efetuou a sua mais recente investigação em Criminalidade e foi ele quem me elucidou sobre a evolução da criminalidade nos países da união europeia. Igualmente comentava sobre uma crónica que elaborei no passado, fiquei admirada de um senhor como o Dr. Vago, tirar uns escassos minutos da sua rotina para ler o meu modesto trabalho! Aliás, após conversar com este homem, agora, moreno e de bíceps e glúteos delineados, pensei em mais uma estratégia que todos deveremos ter em atenção…criar laços com pessoas bem relacionadas, inteligentes, humildes e com capacidade de cooperação, pois nos próximos segundos talvez precisaremos de uma ajudinha para arranjar trabalho ou part-time! 

Senhores e Senhoras, agora será assim: Ou trabalha-se para mostrar aptidões ou fica-se sentado na praia! 

Sugestão: 

Para conhecer as personagens pode consultar os seguintes artigos; 

O Prisma da verdade! (1ª Parte) AQUI
O Prisma da Verdade (3ª parte) - AQUI


(_ Sapatos?-Sei,…são para os pés e ponto!) 
autoria de, Marisa Leonardo 


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MEIO CRESCENTE - Ideias em movimento!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Crónicas 10 minutos - Tecnologicamente falando

(imagens retiradas da internet)



FireProtection - 
O projeto nacional de apoio aos Bombeiros



Hoje trago-lhe um projeto nacional, porque o que é nacional é bom! 


Não é novidade para ninguém que Portugal é um país fortemente assolado pelos fogos, nomeadamente de Julho a Setembro. Para além de milhares de hectares de floresta ardida, casas e bens das pessoas destruídos, o custo financeiro causado pelos fogos é colossal. Não é raro vermos anos onde o custo (anual) ultrapasse claramente os 300 milhões de euros! 

No entanto, algo mais precioso, o valor das vidas humanas, também é posto em causa, nomeadamente a dos Bombeiros Voluntários. Foi para lhes dar uma preciosa ajuda que o projeto FireProtection nasceu. Foi desenvolvido pelo bombeiro Sérgio Cipriano, residente em Gouveia, e estudante no Instituto politécnico da Guarda em colaboração com a empresa Bruno Pessoa. 

FireProtection é um sistema com a capacidade de monitorizar a temperatura no exterior de um veículo em missão de combate aos incêndios florestais. Se a temperatura exceder os parâmetros pré-programados, este dispositivo é capaz de agir automaticamente e aciona uma bomba de água, que, conectada a um sistema ‘springler’, permite extinguir o incêndio em seu redor, salvaguardando o veículo e respetivos bombeiros. 

Uma pequena grande ajuda aos bravos soldados da paz que travam duras lutas com o fogo. De notar que nos últimos 10 anos morreram em Portugal 67 bombeiros em missões de socorro, 20 dos quais, em combate a incêndios florestais. Estes acidentes estão associados à imprevisibilidade a que os combatentes estão sujeitos, na altura dos incêndios. Até à data, não existe nenhum mecanismo autónomo que os coloque em segurança, nem que previna a perda total de veículos, os quais podem custar mais de 100 mil euros e que todos os anos ardem em Portugal. 

Perante o cenário já descrito de excesso de temperatura, o aparelho também vai notificar a central de telecomunicações e/ou o comandante das operações no terreno. Através do envio das coordenadas GPS, poderá pedir o envio de auxílio. 

Outra vantagem prende-se com o software utilizado, capaz de identificar com rigor um veículo num mapa cartográfico, sendo possível imobiliza-lo à distância em caso de roubo, e enviar alertas para a central de telecomunicações no caso de capotamento. 

Este projeto, que ficou em segundo lugar no concurso regional de inovação e empreendedorismo promovido pelo Instituto Politécnico da Guarda, encontra-se em fase de testes e patenteamento e procura, ainda, financiamento para a sua conclusão e entrada no mercado. Se este engenho vir a luz do dia, terá um custo de 1600 euros, algo praticamente “simbólico”, tendo em vista a sua missão e tudo aquilo que ele poderá impedir e salvaguardar. 

Partilhem a vossa opinião sobre este protótipo e as vantagens que pode proporcionar aos Bombeiros Voluntários. 

Tal como a tecnologia, inove, melhore, evolva! 
João Oliveira 

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MEIO CRESCENTE - Ideias em movimento!


domingo, 15 de julho de 2012

MEIO CRESCENTE - Promoção especial!


Caros visitantes,

Quase, quase a completar o primeiro aniversário o MEIO CRESCENTE lança uma promoção muito especial. Esta semana a promoção é ... 
  • Atividades de verão dias 16, 17 e 18 de julho (para crianças até 12 anos) – Quem quiser participar nos 3 dias terá o desconto de 20%, vem participar. Diversão garantida! 
  • Workshop "Direitos e deveres dos trabalhadores" dia 19 ou 20 julho não perca a oportunidade de ficar a conhecer melhor quais os seus direitos e deveres. enquanto trabalhadores. Inscreva-se, habilite-se a uma inscrição grátis!

Aguardamos a sua visita, Venha celebrar com o MEIO CRESCENTE!

Cumprimentos
Albertina Gouveia 

MEIO CRESCENTE - Ideias em movimento! 

MEIO CRESCENTE - Atividades verão julho 2012


Atividades de verão 2012



Serão dinamizadas várias atividades a pensar nas crianças, adolescentes e adultos.

Informe-se e venha participar!


Informações:
253 162 155 - 963 356 931
meio.crescente@gmail.com


MEIO CRESCENTE - Ideias em movimento!

Crónicas 10 minutos - Viver o passado para construir o futuro!

Imagem retirada AQUI


Reis e Rainhas de Portugal – a vida louca! 

O livro A vida louca dos Reis e Rainhas de Portugal, lançado no Verão de 2011, é um interessante texto sobre a vida dos monarcas do nosso país. De uma forma descontraída, traz-nos uma visão dos pontos mais importantes de cada reinado. 

A vida louca dos Reis e Rainhas de Portugal A verdade escondida pela História de Orlando Leite, Raquel Oliveira e Sónia Trigueirão, publicado pela editora Marcador, traz-nos factos inéditos dos monarcas lusitanos. O livro percorre os vários séculos de Monarquia, falando de forma sucinta de cada Rei e das nossas duas Rainhas reinantes, dos seus principais feitos e dos seus cônjuges. 

Como afirma o sub-título da obra, os autores procuram as histórias escondidas da vida dos nossos Reis, contando as verdades mais interessante e, por vezes, esquecidas da vida dos nossos monarcas, abrindo-nos o interesse para saber mais e mais. 

Não sendo biografias exaustivas, dão-nos uma pincelada geral da História e novos rumos a seguir, abrindo-nos caminhos para futuras investigações e, sobretudo, para o interesse sobre os nossos líderes. 

Com este texto, percebemos alguns dos factos mais importantes de cada reinado, mas também a psicologia dos nossos Reis, de forma a podermos compreender a ação de vários monarcas, os “favoritos” que os rodeavam. Em suma, conseguimos, assim, juntar peças de puzzle para melhor entendermos que os Monarcas têm problemas comuns e que a sua educação e a sua forma de ser, afetam a política que empreenderam e os rumos que escolheram. 

A obra A vida louca dos Reis e Rainhas de Portugal é uma excelente leitura de Verão, não sendo pormenorizada, aborda de forma rápida e concreta, cada reinado e percorre, em 231 páginas, quase 8 séculos de história. Esta temática é interessante, principalmente, numa altura que, para além da crise económica portuguesa, a crise governativa tem laivos de loucura. 

É preciso viver o passado para construir o futuro! 
Francisco Miguel Nogueira 

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Livro sobre alimentação saudável

(imagem retirada da internet)



Alimentação: Super-heróis à mesa?

Especialistas em alimentação destacam cada vez mais um conjunto de alimentos que se assumem como ‘super alimentos’, pelas suas acções na prevenção e até tratamento de doenças. Alguns têm nomes impronunciáveis e só se encontram em supermercados especializados; chegam-nos dos Estados Unidos, onde a ideia de que há alimentos poderosos ganhou forma há anos. Mas afinal não haverá ‘super alimentos’ de produção nacional, económicos e à mão de semear? Os nutricionistas Pedro Carvalho e Vítor Hugo Teixeira garantem que sim e reuniram-nos no livro 50 Super Alimentos Portugueses: uma espécie de dicionário de produtos nacionais, cada um acompanhado da sua história e informação nutricional, e complementado com uma receita. Já o norte-americano Joel Fuhrman, cujo livro Super Imunidade também chegou agora às livrarias, elege ‘petiscos’ super-heróis para a saúde, mas numa perspectiva mais terapêutica. As duas obras têm em comum o elogio a alimentos tão acessíveis como as cebolas, os cogumelos, os frutos vermelhos, as sementes, as leguminosas ou as hortaliças.

Os nutricionistas são unânimes: são alimentos para usar e abusar. E haverá produto mais vulgar na cozinha portuguesa do que a cebola ou o alho? A primeira, por exemplo, «é muito rica em compostos que aumentam a imunidade», explica ao SOL o naturopata João Beles e, como referem os autores de 50 Super Alimentos Portugueses, tem um efeito benéfico «na densidade óssea nas mulheres, antes e depois da menopausa». Para Joel Fuhrman, os cogumelos parecem ser mágicos. O autor destaca-os como potentes anti-cancerígenos, o que é corroborado pela dupla de nutricionistas portugueses e João Beles. São as variedades shiitake (comum em qualquer supermercado) e maitake as que mais resultados têm revelado na prevenção e combate de determinados tipos de cancro como o da mama, bexiga e próstata. João Beles dá o exemplo de um estudo feito no Japão em pacientes com vários tipos de cancro que combinaram o maitake com o tratamento convencional. Os resultados foram a redução dos efeitos secundários da quimioterapia em 90% e a dor em 83%.

Heróis de capa vermelha

À mesa, a regra de ouro a nível nacional é continuar a apostar na sopa ao início das refeições. Além do alho e da cebola, é aconselhável introduzir na base também cenoura, alho francês ou pimento e, para que a sopa seja mastigada e não bebida, deve incluir-se hortaliças, como espinafres, agriões, couve galega, ou leguminosas como o feijão, o grão ou as ervilhas, aconselham Pedro Carvalho e Vítor Hugo Teixeira. Na hora de falar de fruta os super-heróis vestem capa vermelha. Romãs, mirtilos, framboesas, amoras, morangos ou cerejas têm propriedades incríveis, concordam todos os especialistas ouvidos pelo SOL. A sua composição estimula o sistema imunitário, protege o aparelho cardiovascular e previne o envelhecimento, explica João Beles. A romã «é muito provavelmente o fruto com maior potencial medicinal comprovado», escrevem os nutricionistas portugueses. Tem a capacidade de ‘limpar’ os vasos sanguíneos, combate a disfunção eréctil e diminui a inflamação associada à artrite.

No prato, faltam as poderosas sementes. É certo que não são assim tão vulgares na alimentação portuguesa, mas qualquer prato comum do nosso dia-a-dia como a sopa, a salada, o peixe ou até mesmo a carne combinam bem com sementes de sésamo, girassol ou linhaça. Por exemplo, para quem não come peixes como salmão, sardinha ou cavala, a linhaça é um bom substituto por conter elevados níveis de ómega-3, além de ter propriedades anticancerígenas. Mais habituais nas mesas lusas são os frutos secos, também considerados ‘super alimentos’. Os nutricionistas sugerem, por exemplo, um punhado de amêndoas como aperitivo antes de qualquer refeição ou como petisco. Mal afamada, a carne recebe críticas de todos os especialistas, embora não seja unânime que deva ser eliminada. Uma coisa é certa: o consumo de carne em excesso faz disparar a incidência de cancro. «Até 30%», salienta o naturopata João Beles. Já Pedro Carvalho e Vítor Hugo Teixeira não recomendam a eliminação total da carne da alimentação, mas nem sequer a referem no seu livro, pois «o seu consumo está acima do desejado». Mas não é preciso esquecer para sempre o bitoque.

Escrito por Andreia Félix Coelho
Créditos: Sol/Vida

MEIO CRESCENTE - Ideias em movimento!

Aromaterapia

(imagem retirada da internet)


Aqui o nariz é sempre chamado 

O olfacto é o mais sensível dos cinco sentidos. Mas são a audição e a visão que assumem «um lugar prioritário na sociedade dominada pela imagem e pelo audiovisual», diz José Saraiva, coordenador da Unidade de Otorrinolaringologia do Hospital CUF Descobertas. O médico diz que o olfacto «é fundamental para dar informações de locais e das pessoas que nos rodeiam». Basta pensar no prazer que trazem os aromas relacionados com momentos agradáveis para perceber que «as memórias integram fragrâncias familiares, que podem estar tão presentes quanto as vivências a que se referem», acrescenta o otorrino. Na alimentação, o olfacto funciona como estímulo para a escolha de determinada refeição, pela sua relação directa com o paladar: «Se não se conseguir cheirar a comida, esta deixa de ter grande parte do seu sabor e pode perder-se o prazer e o interesse pela refeição». Cheirar também pode ser uma fonte de bem-estar – é esta a definição mais simples de aromaterapia, que consiste em melhorar ou curar problemas de saúde através do inalação de óleos essenciais.

De acordo com Raquel Costa, presidente da Associação Portuguesa de Aromaterapia (APA), «os aromas entram imediatamente no cérebro emocional, criando sensações, emoções e recordações». Existem cerca de 200 óleos com propriedades terapêuticas diversas. Esta terapia funciona por inalação – «as moléculas gasosas do óleo essencial são absorvidas pelo muco nasal, criando impulsos pelos nervos olfactivos até ao cérebro» –, através da aplicação na pele ou por ingestão. Por exemplo, a essência de toranja, ao ser inalada, tem propriedades relaxantes, «porque interage com as supra-renais estimulando a libertação de serotonina». Com a aplicação na pele, através de massagem, os óleos essenciais podem tratar problemas dermatológicos, musculares, articulares, respiratórias, emocionais e até mesmo proteger a pele de efeitos radioactivos. O uso de óleos serve essencialmente como terapia de prevenção, mas também pode ter uma acção ao nível dos sintomas. Por exemplo, o óleo essencial de hortelã-pimenta «quando colocado directamente sobre a pele, na área temporal, pode tratar dores de cabeça», afirma a terapeuta. E acrescenta que também é utilizado «para a má digestão, para o tratamento do refluxo esofágico, baixar a febre, tratar um entorse ou aliviar picadas de insecto ou sintomas de pernas pesadas». Porém, é preciso saber quais os óleos que permitem uma aplicação tópica: «Salvo algumas excepções, os óleos essenciais não devem ser utilizados puros sobre a pele, mas sim diluídos».

Quando se perde, a recuperação é difícil

O alcance olfactivo penetra no cérebro, dividindo-o em três áreas. Uma delas afecta as nossas respostas mais primitivas, como lamber os lábios e salivar. Por exemplo, ao inalar-se o óleo essencial de mentha spicata desenvolve-se o estímulo de trincar, porque este aroma entra imediatamente na saliva. A segunda divisão é responsável por gostar ou não dos alimentos, com base na experiência, provocando aversão ao que já causou náuseas. Se se tem na memória algum aroma associado a um episódio de mal-estar, ao inalá-lo a pessoa relembra-se do sentimento desagradável. A terceira área é a percepção consciente do olfacto; através do aroma de um óleo é-se capaz de identificar a sua planta. Com a aromaterapia, Raquel Costa acredita ser também possível «a libertação de traumas reprimidos, ou traumas inconscientes vividos até mesmo na barriga da mãe». José Saraiva não vai tão longe, mas realça que o olfacto tem uma relação estreita com a memória. Nos doentes de Alzheimer, a sua perda pode ser o primeiro sintoma e trata-se de um elemento para avaliar a evolução da doença: «Por isso se investiga a possibilidade de a mucosa olfactiva poder vir a ser estudada como marcador precoce de doenças degenerativas».

Há também outras causas para a anosmia – perda total do olfacto – ou a hiposmia – diminuição da capacidade de detectar odores. No caso das pessoas que sofrem uma perda total e definitiva do olfacto, «a recuperação é muito difícil» e torna-se necessário desenvolver estratégias de adaptação «para lidar com situações potencialmente perigosas como as fugas de gás, o cheiro a queimado ou a comida estragada», alerta o otorrino. Apesar de não haver números acerca de Portugal, um estudo efectuado nos Estados Unidos aponta para a existência de «cerca de 14 milhões de norte-americanos com problemas olfactivos crónicos», e há um agravamento do problema com o envelhecimento. «Estudos mostram que 50% da população entre os 65 e os 80 anos apresenta uma significativa diminuição da capacidade olfactiva, número que atinge os 75% na população acima dos 80», afirma o médico. Por outro lado, um ‘nariz treinado’ como o de um mestre de perfumaria é capaz de distinguir «algo como dez mil odores». Já um escanção, diz José Saraiva, «pode dizer o grau de álcool de um vinho, o ano de produção e as variedades de uvas que entram na sua composição, apenas através do cheiro». Além de um bom nariz é preciso muito treino.

Escrito por Joana Ludovice de Andrade
Créditos: Sol/Vida

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domingo, 8 de julho de 2012

Crónica 10 minutos - "Amante da sociedade"

Imagem retirada AQUI


Menos Crianças… Geração limitada? 

Graças aos Demógrafos temos a consciência do volume populacional e como este está repartido pelo mundo e por cada país. Segundo a Associação Portuguesa de Demografia, desde que em Portugal se faz o registo de natalidade, a transição de 2011 para 2012 registou a maior queda de natalidade de sempre! Na década de 60 Portugal registava dois filhos para cada mulher na fase de fecundidade, atualmente o registo tende para menos de 1,37 registos por cada mulher. 

As causas são as mais conhecidas, fatores como o desemprego, falta de oportunidades que obrigam os residentes a emigrar, e aos imigrantes a procurar igualmente outros países (sem esquecer que os imigrantes tem um peso considerável na fecundidade em Portugal). Assim o topo da nossa pirâmide de faixa etária regista um aumento grisalho. A preocupação constante de manter uma vida estável e proporcionar o bem-estar para os filhos é um receio considerado já pela maioria, logo os jovens casais optam por ter filhos mais tarde e apenas somando a conta de um ou dois. As oportunidades e incentivos que o estado deve oferecer aos jovens casais são á vista primordiais para inverter este quadro cinzento do País, maior apoio escolar, á saúde, maternidade, paternidade, todos eles também em declínio de qualidade e orientação adequada! Claramente existe um ponto positivo, a taxa de mortalidade em Portugal, faz deste um país recomendado no atendimento ás gestantes, mas não por muito tempo…não até uma imigrante se deparar com mais uma meta a sobreviver, que neste caso, são os devidos cuidados que um bebé carece e deve receber! 

Com um número reduzido de nascimentos na Europa, e com um registo menor da percentagem de população jovem no mundo, será que refletir-se-á nas próximas gerações? Ou apenas será mais um ciclo histórico? No entanto o Sociólogo António Barreto afirma que não devemos exagerar, enquanto, Cavaco Silva afirma que há preocupações para repor as gerações futuras! Ora no que ficamos e como agir? 

Estas questões remetem a um pensamento egocêntrico, vistas as dificuldades em formar uma família, o individuo pensa na sua formação e realização pessoal, abandonando o clássico sonho de casar e formar uma família feliz! Esta alínea, embora não apontada nas noticias que decorreram ao longo da semana pelos media, é igualmente um fator determinante no declínio da natalidade. 

(_ Sapatos?-Sei,…são para os pés e ponto!) 
autoria de, Marisa Leonardo 

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Crónicas 10 minutos - Tecnologicamente falando

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O Mundo sabe o que você anda a fazer

Tem conta no Facebook? Então continue a ler… Na semana passada, umwebsite, foi criado. No meio de tantos milhares que são lançados diariamente, este tem vindo a ter muita atenção devido a disponibilizar listagens de atualizações que os utilizadores daquela rede social partilham publicamente. 

Isto significa que, se aceder ao siteWeknowwhatyou’redoing (Sabemos o que anda a fazer), poderá ver inúmeras entradas de todos os utilizadores que fazem publicações sem as definições de privacidade estarem ativas. Certamente irá encontrar mensagens de cariz privado tais como “Eu odeio tanto meu chefe, só queria que ele morresse!”, ou “O meu novo número de telefone é o …”, mas que são afixadas para todo o universo daquela rede social. Utilizando-se certas palavras-chave, a informação foi separada nas categorias: “Quem quer ser despedido?”, “Quem está de ressaca?”, “Quem consome droga?” e “Quem tem um novo número de telefone?”. 

Para além destas informações, há a assustadora possibilidade de ficarmos a saber as moradas dos utilizadores de uma outra aplicação, a Foursquare, mediante localização através do Google Street View, assim que é feito o check-in nessa mesma aplicação. 

A página contou com 75 mil visitas apenas no seu primeiro dia e já bateu os 33 mil “gosto” no Facebook. 

O autor, CallumHaywood, um estudante britânico de 18 anos, descreve o projeto como sendo uma “experiência” que pretende criar uma onda de alerta para a importância de uma mundo virtual com mais privacidade. Durante uma entrevista à CNN, mostrou-se “muito chocado com o que as pessoas revelam nas suas entradas públicas do Facebook”. Diz ainda ter sido inspirado pela apresentação de Tom Scott, designada "I KnowWhatYouDidFive Minutes Ago”, que foi apresentadaem 2011 (vídeo em baixo). 

CallumHaywood indica que não se responsabiliza pelos comentários colocados e que isto não é invasão de privacidade, pois “não há nada no site que não possa ser acessível por qualquer outra pessoa”, uma vez que a fonte direta de toda a informação é a própriarede social. Utilizando a ferramenta API, sigla para ApplicationProgramming Interfaces, o Facebook acaba por fornecer de boa vontade vários tipos de informação pessoal sobre os utilizadores que não têm configurações de privacidade. Da mesma forma, explica que nenhuma informação é guardada e que, caso a informação seja apagada na rede social, também ‘desaparece’ da sua página. 

Uma última nota sobre outro projeto que já existia e também se relaciona com este tema. Falo de uma espécie de motor de busca de entradas públicas. Se pesquisarem algo no endereço http://www.openstatussearch.com/, ele dá uma lista de entradas, quem as fez e os respetivos links para acederem à página. Testei e resulta…! 

Sem dúvida que questões morais e éticas são colocadas perante esta situação. Será esta a melhor forma de chamar a atenção dos utilizadores? 

Há os que defendem esta ação, pelo facto de muitos ainda não terem ganho uma consciência adequada relativamente à proteção de informações privadas. E há os que dizem que o que este site faz é apenas expor as informações da gigante rede social (mais de 900 milhões de utilizadores registados) e colocá-las num mundo ainda maior que é a Web. 

O que acham do facto das informações estarem disponíveis na API do Facebook, à mercê de todos, com fins mais ou menos lícitos?Vejam os vídeos e deixem a vossa opinião!

Sugestão de vídeos:

Sugestão de sites: 
Site "We know what you’re doing" - http://weknowwhatyouredoing.com/
Site "Open status search”: http://www.openstatussearch.com/


Tal como a tecnologia, inove, melhore, evolva! 
João Oliveira 

P.S. Esta crónica estará em destaque aqui blogue para dar oportunidade de todos os visitantes de darem a sua opinião sobre a mesma. A sua opinião é importante, PARTICIPE! 

MEIO CRESCENTE - Ideias em movimento!

Crónicas 10 minutos - Fragmentos escritos

Imagem retirada AQUI


Livros a ler antes de morrer 
(Parte 2) 

Ler é sonhar pela mão de outrem. Ler mal e por alto é libertarmo-nos da mão que nos conduz. A superficialidade na erudição é o melhor modo de ler bem e ser profundo.

Fernando Pessoa 


Ler é mais do que um exercício mental. É uma forma única de perscrutar os corações e almas alheios. Ao escrever um livro, o autor abre-nos uma porta para dentro de si mesmo, quer seja essa a sua intenção, quer não. Assim, o livro é algo mais do que pessoal, é algo íntimo: um vislumbre para a construção interna do autor. 

Há livros que marcam. Que nos ficam presos na memória, jamais saindo da sua rede. Esses são os livros que nos marcam. Não são necessariamente os mesmos para todas as pessoas (para isso teríamos de ser todos iguais), são sim um reflexo de quem somos. 

Aqui ficam mais cinco sugestões da minha biblioteca mental:

1. Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley 
Uma distopia que nos marca, Aldous Huxley apresenta-nos um mundo de castas, de conformismo, consumismo e engenharia genética. Procura explorar até onde poderá ir a ciência e o impacto que a mesma poderá ter nas relações interpessoais. 

2. 1984 de George Orwell 
Outra distopia, desta vez sobre o controlo governamental e o seu impacto nas vidas das pessoas. A inspiração (deturpada) do programa Big Brother, alerta-nos para os perigos do excesso de poder estatal, para o totalitarismo, para o controlo excessivo. Daqui vem a célebre frase “Big brother is watching”. 

3. Cem Anos de Solidão de Gabriel Garcia Marquéz 
Trata-se de uma história que acompanha as várias gerações de uma família. Os mesmos residem numa vila fictícia, desde a sua fundação, e o desenvolvimento da mesma está interligada e interdependente do destino da família. 
O realismo mágico de Garcia Marquéz eleva-se a novos patamares, envolvendo-nos num surrealismo que envolve a história e as suas personagens. A repetição dos mesmos nomes ao longo de várias gerações alimenta esse elemento surreal. 

4. Lisboa Triunfante de David Soares 
O livro leva-nos a viajar por uma Lisboa que é ao mesmo tempo fria, cinzenta, horrivel e mágica, cintilante e bela. Está povoado por elementos do fantástico, por personagens históricas e complexas que absorvem a nossa atenção. A escrita de David Soares é rica, simbólica, quase lírica. 

5. O Livro do Desassossego de Fernando Pessoa 
Um clássico literário português, pouco há mais a acrescentar sobre o mesmo. Uma obra a ler e a reler. 

Deixei-vos as minhas sugestões. E quanto a vocês? Quais são os vossos favoritos? Na vossa opinião, quais são os livros que tenho de ler antes de morrer? 

Seja você mesmo, seja livre! 
Crónica de Márcia Leal 

P.S. Esta crónica estará em destaque aqui no blogue até a próxima crónica para dar oportunidade de todos os visitantes lerem e darem opinião sobre a mesma. O seu comentário é importante, PARTICIPE!

MEIO CRESCENTE - Ideias em movimento!

sábado, 7 de julho de 2012

MEIO CRESCENTE - Esclarecimento

(imagem retirada da internet)


A ausência na última semana foi devido a problemas 
com o computador e com a internet.

Espero que não haja mais problemas nos próximas tempos.

Votos de uma boa semana
Cumprimentos
Albertina Gouveia

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